A carreira de CHUNG HA não está mais atada às incertezas iniciantes: apesar do pouco tempo, a pouca idade e a modesta discografia, a solista é aclamada e esperada no círculo musical coreano. Por fugir da expectativa de gigantescos e atropelantes grupos gerados após a primeira temporada de Produce 101, o coeso e pouco competitivo espaço entre vocalistas unitárias abraçou por completo o som juvenil, sensual e completamente cravado nas burlescas tendências do dance eletrônico.
Entretanto, a trindade de singles desbravadores têm uma nota de sabor comum: eles todos celebram uma jovialidade despretensiosa (completamente plausível para os ritmos dançantes que concordam) que, embora apreciados pelo público, momentaneamente poderiam dar partida a uma descredibilização da carreira construída. No necessitado rearranjo de cenários, o último lançamento da cantora, Gotta Go (벌써 12시), inicia o ano marcando a ferrete sua maturação de imagem, de forma a fazer você, espectador, levar a sério o trabalho que está sendo entregue.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
terça-feira, 4 de setembro de 2018
Minissérie da Globo inspira o kpop e faz de Sunmi a nova musa do axé
A estranheza do libertador debut de Lee Sunmi das paredes artificialistas da BIG3 foi a exímia compositora não pôr as mãos em nenhuma das faixas de suas duas primeiras tentativas. Se no começo evaporava um sentimento de preguiça e desacato (porque no fundo a gente realmente quer - apesar de todo o discurso falacioso da web - ver tentativas mais reais e naturais de ídolos (independente da colocação como artista, que sejamos sinceros, carrega todo mundo), que somam praticidade quando vindas deles mesmos.
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