Mostrando postagens com marcador sophisti-pop. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sophisti-pop. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Ambientada no espaço recluso de uma floresta fria, Babyline prepara o timbre para novo álbum de La Roux
Abrindo o circuito promocional de Old Flames, previsto de ser lançado em novembro, La Roux prepara o público com duas músicas, Cabin Fever e Babyline. Enquanto a primeira timidamente introduz o som do novo álbum, é com Babyline que as pontas são amarradas aos trabalhos anteriores da artista: arraigada no tom sintético da new wave, a canção cria um bom conectivo à ideia do distanciamento ilustrado pela capa ao trazer notas do ambiente tribal esterilizadas em um pop sofisticado.
sábado, 6 de junho de 2026
Cristalina em suas intenções, PWLT seduz o público com um momento de introspecção
E então foi solucionada a crise de identidade do debut de KRYSTAL: PWLT é fruto direto de suas recomendações musicais na internet, num requintado tom musical melancólico que não se ultrapassa em movimento e curiosidade reflexivos por uma celebração apática de amor-próprio.
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Mirando na solitude e acertando na solitária, KRYSTAL surpreende a todos com seu retorno pra lá de genérico
De um retorno piamente esperado pelo público, que tecia fé na segunda vinda de KRYSTAL aos holofotes, muito se era ansiado sobre a capacidade de carregar o conceitual com naturalidade em sua música, advindo de como sua identidade foi compartilhada a conta-gotas em incrível e luxuoso blasé a partir de recomendações de jazz, fashionismo elegante e viagens pela Europa. Esse momento finalmente chegou e Solitary é definitivamente uma surpresa para os ansiosos! Indo pela direção contrária de todos os esforços criativos dos últimos anos no kpop (marcados principalmente pelas revoluções feitas por seu grupo f(x)), KRYSTAL dá as caras ao mundo com um genérico, apático e datado mellow trap.
terça-feira, 23 de setembro de 2025
Representando o luxo silencioso, <Love Poison> traz elegância sem burburinho ou comoção
Enfim está migrando, de maneira esperada mas satisfatória, o som de HaSeul da new music para o bedroom pop: gêneros imersos em memória que encontraram devoção em criações do tipo faça-você-mesmo compartilhadas em fóruns e blogs juvenis. Junto aos outros singles de lançamento, sem nenhuma grande promessa de álbum ou clipe, Love Poison encontra seu sucesso pela voz carismática da cantora (deixem a garota cantar!) e perde precocemente seu entusiasmo por não ter grande dinâmica visual para acompanhar.
Assinar:
Postagens (Atom)

.png)

